quinta-feira, 28 de abril de 2011

De mudanças e permanências

Como no Brasil era ator menor e atuava em picadeiro marginal – como continua a ser a América do Sul –, o nosso acesso aos grandes temas tinha que se fazer por meio dos instrumentos e foros que oferecem o multilateralismo. Era a maneira que então tínhamos – e em parte ainda continuamos a ter – de participar dos grandes temas e debates do nosso tempo.

O diplomata brasileiro, Marcos Azambuja, deixando claro que muitas coisas mudaram desde a decada de 1960, outras nem tanto.

Uma questão de motivação

"Isso pode representar uma ameaça à integridade territorial da Líbia. Nos perguntamos se isso é deliberado, se é motivado por interesses puramente pacíficos e de cooperação ou se também não é uma maneira de dividir para imperar, tendo em vista as riquezas petrolíferas da Líbia, assim como se fez no passado".

Ministro das Relações Exteriores brasileiro, Antonio Patriota, questionando as verdadeiras motivações de países como EUA, Grã-Bretanha e França para apoiar os rebeldes da região de Benghazi contra o governo de Muamar Kadafi.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Alguma dúvida?!

"Isso é carta branca!"

Ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, comentando o novo conceito estratégico da Otan, que permite a intervenção em qualquer lugar do mundo onde os interesses dos países integrantes tenham sido lesados, com ou sem a autorização prévia da ONU.