"Talvez possamos dizer como nós avançamos. Não vivemos do nosso tamanho, mas do nosso cérebro".
Shimon Peres falando sobre o que Israel poderia ensinar o Brasil.
Acesso mais facilitado, mais rápido e a um escopo maior de informações do que jamais teve um cidadão médio em outros momentos da história e, no entanto, parecemos menos capazes de compreender o que se passa ao nosso redor... Este blog busca, por meio da seleção de excertos das notícias publicadas por diferentes veículos de comunicação, oferecer a oportunidade de refletirmos sobre a palavra expressa. Clicando nos títulos dos post ou nas palavras em destaque as notícias aparecem na íntegra.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
W.O.
"Eu disse ao presidente Obama depois da reunião que estava dado o ponta pé inicial para que ele restabelecesse uma relação mais produtiva com a América Latina e a América do Sul. O dado concreto é que não aconteceu nada depois disso, a não ser o golpe de Honduras".
Luiz Inácio Lula da Silva analisando as relações interamericanas após a última Cúpula das Américas, em Trinidad e Tobago.
Luiz Inácio Lula da Silva analisando as relações interamericanas após a última Cúpula das Américas, em Trinidad e Tobago.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
O Lado A da Globalização
"Não emprego o termo 'plano' para referir-me à igualdade (como em 'rendas iguais'), e nunca o fiz. Ele quer dizer equalizar, porque as forças de achatamento estão conferindo poder a um número cada vez maior de indivíduos para que avancem cada vez mais longe, mais rápido, mais fundo e mais barato do que nunca, e isso significa poder de equalização (...)".
Introdução à 3 edição de "O Mundo é Plano" de Thomas L. Friedman, em que o autor aparentemente se defende dos comentários feitos pelos menos crédulos com a GLOBALIZAÇÃO - OPORTUNIDADES PARA TODOS.
Introdução à 3 edição de "O Mundo é Plano" de Thomas L. Friedman, em que o autor aparentemente se defende dos comentários feitos pelos menos crédulos com a GLOBALIZAÇÃO - OPORTUNIDADES PARA TODOS.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
De transparência e coerência
"Exigimos que a Venezuela seja transparente em suas compras, e muito clara em relação aos objetivos dessas compras".
Ian Kelly, porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, ORDENANDO que o governo de Hugo Chávez esclareça as razões para o acordo anunciado com a Rússia para a compra US$ 2 bilhões em armamentos. Isso depois do episódio de diáfana cooperação militar entre Estados Unidos e Colômbia para instalação de bases militares norte-americanas na Região...
Ian Kelly, porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, ORDENANDO que o governo de Hugo Chávez esclareça as razões para o acordo anunciado com a Rússia para a compra US$ 2 bilhões em armamentos. Isso depois do episódio de diáfana cooperação militar entre Estados Unidos e Colômbia para instalação de bases militares norte-americanas na Região...
domingo, 6 de setembro de 2009
Brincadeirinha com fundo de verdade?
"Para quê eles vão dominar o petróleo (da Venezuela) se você vende tudo para os Estados Unidos?".
Alan García, presidente do Peru, ironizando, durante discurso na reunião da UNASUL em Bariloche, Argentina, os temores do governo venezuelano com a notícia da instalação de bases militares dos Estados Unidos na Colômbia.
Alan García, presidente do Peru, ironizando, durante discurso na reunião da UNASUL em Bariloche, Argentina, os temores do governo venezuelano com a notícia da instalação de bases militares dos Estados Unidos na Colômbia.
Paranóia ou perseguição?!
"O fato de eu ser paranóico não significa que não esteja sendo perseguido".
Frase de Millôr Fernandes usada pelo chanceler brasileiro Celso Amorim para explicar porque a notícia do acordo militar firmado entre Estados Unidos e Colômbia - que prevê a utilização de sete bases colombianas pelas forças armadas norte-americanas - são motivo de preocupação por parte do presidente venezuelano Hugo Chávez.
Frase de Millôr Fernandes usada pelo chanceler brasileiro Celso Amorim para explicar porque a notícia do acordo militar firmado entre Estados Unidos e Colômbia - que prevê a utilização de sete bases colombianas pelas forças armadas norte-americanas - são motivo de preocupação por parte do presidente venezuelano Hugo Chávez.
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